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11 de outubro de 2026 às 07:09 • 1 min de leitura • 1 fonteBA

Recreio sem celular: o que mudou nas escolas da Bahia após a nova lei?

Recreio sem celular: o que mudou nas escolas da Bahia após a nova lei? Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O text…

Recreio sem celular: o que mudou nas escolas da Bahia após a nova lei?
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  • 1Recreio sem celular: o que mudou nas escolas da Bahia após a nova lei?
  • 2Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 3O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.

Recreio sem celular: o que mudou nas escolas da Bahia após a nova lei? Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: A Tarde. Categoria informada pela fonte: muito. Localidade informada pela fonte: BA, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por A Tarde

Desde que a lei passou a valer, os intervalos têm sido diferentes nas escolas baianas. "Os alunos se dividem entre estudar, conversar, jogar e praticar atividade física", diz o professor Murilo Mello, que dá aulas há 28 anos. "Antes, parte deles ocupava o recreio com o celular na mão".A cena que Murilo descreve é um efeito da lei federal 15.100/2025, em vigor desde janeiro de 2025, e hoje cumprida pela maioria das escolas brasileiras. Na semana em que se celebra o Dia do Professor, comemorado na próxima quinta-feira, 15, são os docentes que melhor medem o que mudou: na Bahia, eles dizem já sentir o efeito no dia a dia.A lei restringe o uso de celulares em escolas públicas e privadas de todo o país. Há exceções para atividades didáticas supervisionadas, acessibilidade, saúde e emergências. "Não se trata de banir a tecnologia", explica a diretora executiva do Instituto Porvir, Tatiana Klix. A organização sem fins lucrativos produz conteúdo e mobilização sobre inovação na educação brasileira. "O alvo é o uso não pedagógico, como conversar, acompanhar redes sociais e jogar".A especialista lembra que havia relatos de crianças apostando em bets, como o jogo do tigrinho. Para Tatiana, esse uso vinha atrapalhando a atenção e a aprendizagem dos estudantes, e fazia com que parte delas passasse o recreio diante das telas. Ela lembra que a restrição não é uma exceção brasileira: o movimento ocorreu em vários países, inclusive naqueles que foram pioneiros em levar tecnologia para a escola e acabaram identificando os problemas, como França e Holanda.Em númerosUma pesquisa do Ministério da Educação, em parceria com o Inep e o Instituto Alana, ouviu mais de 2.400 gestores de todas as regiões. O resultado: 92% das escolas da educação básica já implementam a lei. Segundo os gestores, 97%

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