Aos 60, psicóloga com ossos de vidro conta como superou fraturas e preconceito
Aos 60, psicóloga com ossos de vidro conta como superou fraturas e preconceito Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao…
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- 1Aos 60, psicóloga com ossos de vidro conta como superou fraturas e preconceito Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: A Tarde.
Aos 60, psicóloga com ossos de vidro conta como superou fraturas e preconceito Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: A Tarde. Categoria informada pela fonte: salvador. Localidade informada pela fonte: BA, Brasil.
A infância da psicóloga e escritora Glady Maria da Silva, 60 anos, não foi marcada por corridas no quintal, brincadeiras na rua ou liberdade para descobrir o mundo sem medo. Enquanto outras crianças aprendiam a dar os primeiros passos, ela enfrentava uma rotina de hospitais, gessos e fraturas. Diagnosticada com osteogênese imperfeita ao nascer, condição genética popularmente conhecida como síndrome dos ossos de vidro, ela já enfrentou mais de 120 fraturas ao longo da vida. Se o corpo exigia cuidados, a vida lhe reserva outros planos e caminhos que nem os prognósticos mais pessimistas poderiam prever. A mãe dela, a técnica de enfermagem aposentada, Maria Anunciação da Silva, 92, ouviu do médico que a filha teria apenas seis meses de vida.“Eu só soube [da condição] quando ela nasceu. O médico disse assim para mim: ‘não vai dar seis meses de vida’. Voltei para ele e disse: ‘doutor, Jesus só dá a quem pode fazer’”, lembrou dona Maria Anunciação, entre lágrimas.
Amor sem limites - Foto: Rafael Muller / Ag. A TARDE
“Na gestação, não descobri nada. Na época, não havia recursos quanto tem hoje. Mas, minha prenatalista foi um zero à esquerda. Porque quando eu falava com ela o que eu sentia e o que eu via, ela não acreditava, porque a médica era ela e eu era o paciente”, conta a mãe.Dia de lutaNeste domingo, 11 de outubro, data que marca o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência Física, a história de Glady é um convite a olhar para além das limitações físicas e, sobretudo, para as barreiras que a sociedade insiste em construir. Psicóloga há 13 anos, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental e Gestalt-terapia, escritora e mulher com deficiência, ela transformou experiências de dor, exclusão e dependência em uma trajetória de autonomia, conhecimento e acolhiment
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Aos 60, psicóloga com ossos de vidro conta como superou fraturas e preconceito Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: A Tarde. Categoria informada pela fonte: salvador. Localidade informada pela fonte: BA, Brasil.
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