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a tarde agro
11 de outubro de 2026 às 06:06 • 1 min de leitura • 1 fonteBA

O que há por trás do mercado bilionário de abates de jumentos na Bahia

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O que há por trás do mercado bilionário de abates de jumentos na Bahia
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  • 1O que há por trás do mercado bilionário de abates de jumentos na Bahia Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: A Tarde.

O que há por trás do mercado bilionário de abates de jumentos na Bahia Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: A Tarde. Categoria informada pela fonte: a tarde agro. Localidade informada pela fonte: BA, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por A Tarde

Ela é considerada rica em proteínas e baixa em teor de gordura. Há décadas, já se falava sobre o quanto a carne de jumento nordestino era magra, fibrosa, cujo sabor era forte e marcante. Da utilização do animal para transporte de cargas ao prato, há séculos, era o jumento que fortalecia a economia nordestina.Atualmente, a carne do jumento encontra um bilionário mercado de oportunidades na China e em regiões do Mediterrâneo europeu. A iguaria é tão cobiçada que já chegou a virar carne de hambúrguer e até recheio para empanadas.Não somente a carne, mas outras partes do corpo do animal entram na mira deste mercado comercial. A pele do jumento, por exemplo, é altamente demandada na China, principalmente para a produção do ejiao - uma gelatina na medicina tradicional chinesa, feita com o colágeno da pele e que atrai pelas supostas propriedades rejuvenescedoras.Apesar de encontrar um mercado robusto, não somente a exportação da carne, mas também a pele do animal, esbarram em uma série de cenários preocupantes: a inviabilidade econômica para o setor agropecuário, o massivo abate do jumento e, consequentemente, um iminente risco de extinção da espécie.A demanda pelo colágeno produzido a partir da pele do jumento já provocou o risco de desaparecimento desses animais na África, continente de onde são originários, e ameaça a espécie no Brasil, onde, segundo estudos, houve uma redução expressiva da população de jumentos nas últimas décadas.Embora o Brasil já esteja enfrentando esse cenário, há quase um ano, o abate desses animais é considerado legal para indústria frigorífica certificada com SIF, de acordo com decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, do dia 5 de novembro de 2025. A medida aprofundou a divergência entre o setor e o meio científico que considerou o mercado

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  • 1A Tarde↗ atarde.com.brAbrir na fonte

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