Pular para o conteúdo
opinião
11 de outubro de 2026 às 00:01 • 1 min de leitura • 1 fontePE

Após um primeiro mandato excessivamente técnico, Raquel abre as portas para a política

Após um primeiro mandato excessivamente técnico, Raquel abre as portas para a política Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na pu…

Após um primeiro mandato excessivamente técnico, Raquel abre as portas para a política
opinião
1 fonte citada

Imagem ilustrativa • Crédito: fontes citadas abaixo

item-4275

Em 30 segundos

  • 1Após um primeiro mandato excessivamente técnico, Raquel abre as portas para a política Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: JC.

Após um primeiro mandato excessivamente técnico, Raquel abre as portas para a política Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: opinião. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por JC

“Eu não sou de acreditar nessas coisas, mas desconfio de que Raquel é uma pessoa predestinada” — comentou com um amigo o ex-senador Armando Monteiro no início do mandato da governadora Raquel Lyra. Havia, no meio político, e o amigo quis saber a opinião de Armando sobre isso, a sensação de que ela tinha composto uma equipe excessivamente técnica, deixando de fora até políticos que a apoiaram de forma entusiasmada na campanha de 2º turno de 2022 — Miguel Coelho foi um deles — e que poderia, sem a experiência dessas lideranças, acabar se dando mal no Governo. Não se sabe de uma só pessoa que ela tenha ouvido antes de formar sua equipe anunciada na véspera da posse. A explicação dada na época por pessoas que conviveram com Raquel na Prefeitura de Caruaru era a de que ela tinha tido o mesmo comportamento quando assumiu a prefeitura — na época se dizia na cidade que ela não se elegeria mais nem para síndica — e se deu bem, sendo reeleita por uma diferença exponencial de votos. “Vai dar certo” — afirmavam, pregando num deserto de incertezas. Deputados da base do Governo se inquietavam na Alepe e passaram a conviver com um certo pânico quando o ex-prefeito João Campos se lançou na disputa após uma reeleição na qual teve 78% dos votos dos recifenses e começou a colecionar em torno de si candidatos ao Senado a perder de vista. Vagas só no segundo escalão A governadora acabou abrindo algumas exceções, até porque precisava ter maioria na Alepe, mas não foi muito longe. Entregou ao PP do deputado federal Dudu da Fonte, que controlava dez votos na Casa, órgãos como o Detran (depois repassado à família Ferreira), Lafepe, Ceasa, mas não passou disso. Secretaria, nem ver. O único político admitido como secretário foi Daniel Coelho, que tinha tido mais de 100 mil votos para deputado fed

Trecho exibido com crédito à fonte original.

Continuar lendo em JC

Fontes apuradas 1

  • 1JC↗ jc.uol.com.brAbrir na fonte

    Após um primeiro mandato excessivamente técnico, Raquel abre as portas para a política Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: opinião. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.

Rastreabilidade total: cada trecho acima pertence à fonte indicada • como apuramos

O que você achou desta cobertura?

Participe da conversa com outros leitores na comunidade.

Participar
Continue explorando por região:Radar regionalBuscarComunidade