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11 de outubro de 2026 às 06:00 • 1 min de leitura • 1 fontePE

Vem aí a nova regra da Poupança, que vai mudar de novo para a classe média

Vem aí a nova regra da Poupança, que vai mudar de novo para a classe média Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O …

Vem aí a nova regra da Poupança, que vai mudar de novo para a classe média
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  • 1Vem aí a nova regra da Poupança, que vai mudar de novo para a classe média Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: JC.

Vem aí a nova regra da Poupança, que vai mudar de novo para a classe média Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: funding. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por JC

O financiamento imobiliário voltado para a classe média brasileira atravessa um dos períodos mais desafiadores dos últimos anos. Em um cenário marcado por uma longa sequência de juros elevados e saques contínuos nas cadernetas de poupança, o setor da construção civil e a equipe econômica do Governo Federal vêm reestruturando as regras do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A virada de chave começou a desenhar seus primeiros efeitos práticos ainda na transição iniciada entre o fim de 2025 e ao longo de 2026, mas o apetite por aprimoramentos levou a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) a apresentar um novo pacote de propostas ao Ministério da Fazenda e ao Banco Central. O objetivo é evitar o esgotamento do crédito habitacional e garantir que as prestações caibam no bolso das famílias. A reestruturação em curso foi desenhada para modernizar o modelo tradicional do SBPE, no qual os bancos eram obrigados a direcionar 65% dos depósitos da poupança para a habitação, enquanto 20% ficavam retidos em depósito compulsório no Banco Central e 15% seguiam para aplicação livre. A mudança acordada reduziu temporariamente a taxa de compulsório de 20% para 15%, permitindo que a parcela de 5% fosse redirecionada ao novo regime de estímulo. Sob essa nova lógica, a poupança passou a funcionar de forma maximizada e integrada ao mercado de capitais: à medida que as instituições financeiras captam recursos privados no mercado — por meio de instrumentos como Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) — para aplicar no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), elas ganham o direito de utilizar proporcionalmente os recursos da poupança em operações livres de maior rentabilidade. MAIS R$ 20 BILHÕES PARA FINANCIAMENTOS Essa flex

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  • 1JC↗ jc.uol.com.brAbrir na fonte

    Vem aí a nova regra da Poupança, que vai mudar de novo para a classe média Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: funding. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.

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