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10 de outubro de 2026 às 11:56 • 1 min de leitura • 1 fonteSP

Aluno que destruiu academia na Rua Oscar Freire e agrediu gerente reconhece reação desproporcional ao cobrar pagamento de personal

Aluno que destruiu academia na Rua Oscar Freire e agrediu gerente reconhece reação desproporcional ao cobrar pagamento de personal Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servic…

Aluno que destruiu academia na Rua Oscar Freire e agrediu gerente reconhece reação desproporcional ao cobrar pagamento de personal
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  • 1Aluno que destruiu academia na Rua Oscar Freire e agrediu gerente reconhece reação desproporcional ao cobrar pagamento de personal Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1 SP.

Aluno que destruiu academia na Rua Oscar Freire e agrediu gerente reconhece reação desproporcional ao cobrar pagamento de personal Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 SP. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: SP, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1 SP

Aluno agride gerente e quebra espelhos de academia na Rua Oscar Freire, em SP João Pedro Marangoli de Castro, aluno que agrediu o gerente e quebrou espelhos e equipamentos de uma academia na Rua Oscar Freire, na Zona Oeste de São Paulo, afirmou que se sentiu enganado e desamparado após pagar por serviços de treinamento personalizado que, segundo ele, não foram prestados. Em nota ao g1, ele disse que aguardou quase um mês por uma solução e reconheceu que sua reação foi incompatível com seus princípios e sua trajetória de vida. João alega que faz tratamento psiquiátrico e os efeitos da medicação podem ter contribuído para a sua reação agressiva. O episódio foi registrado em vídeos que mostram o aluno agredindo o gerente e provocando destruição no interior do estabelecimento. Em outra gravação, é possível ver como ficou a academia após o quebra-quebra. Gerente da academia onde aluno quebrou vidros e agrediu funcionários Arquivo pessoal Na manifestação, assinada por João Pedro e pela advogada Vivian Nepomuceno Bellezi, ele afirma que o problema começou com a contratação de um profissional de treinamento personalizado indicado pela própria academia. Segundo sua versão, o prestador deixou de cumprir as obrigações e não devolveu os valores pagos. O aluno diz que tentou resolver o caso de maneira amigável, mas não obteve uma resposta efetiva. Ele afirma que o período de espera provocou desgaste emocional e frustração. “Reconheço a reação aparentemente desproporcional da minha conduta e não pretendo minimizar os danos causados, tampouco me eximir das responsabilidades que venham a ser legalmente apuradas”, declarou. Na nota, ele também lamentou que a situação tenha chegado àquele ponto e afirmou que os acontecimentos anteriores precisam ser analisados junto com a agressão e os

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