A poeta que transforma renda em joia em Óbidos, Portugal
A poeta que transforma renda em joia em Óbidos, Portugal Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a…
Imagem ilustrativa • Crédito: fontes citadas abaixo
Em 30 segundos
- 1A poeta que transforma renda em joia em Óbidos, Portugal Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: Veja.
A poeta que transforma renda em joia em Óbidos, Portugal Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Veja. Categoria informada pela fonte: cultura.
Na Livraria de Santiago, junto às muralhas do castelo de Óbidos, em Portugal, que a artesã Natália Santos, 80, conhecida como Poeta Rendeira, reinventa uma tradição portuguesa de séculos: em vez das rendas brancas usadas em lençóis e enxovais, entrelaça fios dourados e prateados para criar brincos, colares, cruzes e outras peças de joalheria, cada uma acompanhada por um poema. O espaço dedicado ao trabalho da artista foi inaugurado no coro de uma antiga igreja transformada em livraria em 2015.
A relação com os bilros começou ainda na infância. “Aprendi este trabalho quando tinha 9 anos. A tradição é branca, voltada para lençóis e outras peças. Pensei em inovar, fazer como se fossem joias. Não é prata nem ouro, são linhas diferentes”, contou à coluna GENTE. A poesia veio quase ao mesmo tempo. Natália diz escrever desde os 10 anos e encontrou uma maneira de fazer as duas paixões caberem no mesmo objeto. “Gosto de poesia, gosto de desenhar coisas novas, tudo de minha autoria. Pensei em juntar uma coisa à outra.”
O endereço também parece feito sob medida para quem trabalha pensando em palavras. Ex-catequista, Natália diz guardar uma relação afetiva com a igreja e aproveita o silêncio do antigo coro para compor enquanto as mãos trabalham. “Gosto deste cantinho. Como estou sozinha, gosto de pensar, de escrever, de desenhar. Vou trabalhando com os bilros e pensando na poesia.” Algumas peças já viajaram pelo mundo nas mãos de turistas. Outras parecem ganhar voz antes de sair dali. Ao mostrar uma pequena cruz à reportagem, Natália declamou os versos que a acompanham: “Sou uma cruz levezinha / Ouve bem o que te digo / Se a tua for mais pesada / Podes trocá-la comigo.”
Agora a coluna GENTE também está no Instagram. Siga o perfil @veja.gente
Trecho exibido com crédito à fonte original.
Continuar lendo em VejaFontes apuradas 1
A poeta que transforma renda em joia em Óbidos, Portugal Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Veja. Categoria informada pela fonte: cultura.
Rastreabilidade total: cada trecho acima pertence à fonte indicada • como apuramos
Você pode gostar mais em cultura →
O que você achou desta cobertura?
Participe da conversa com outros leitores na comunidade.