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1 de outubro de 2026 às 10:45 • 1 min de leitura • 1 fonteMA

Estresse constante: quando a dificuldade de “desligar” começa a afetar a saúde

Estresse constante: quando a dificuldade de “desligar” começa a afetar a saúde Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao…

Estresse constante: quando a dificuldade de “desligar” começa a afetar a saúde
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  • 1Estresse constante: quando a dificuldade de “desligar” começa a afetar a saúde Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: O Estado do MA.

Estresse constante: quando a dificuldade de “desligar” começa a afetar a saúde Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Estado do MA. Categoria informada pela fonte: entrevistas. Localidade informada pela fonte: MA, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por O Estado do MA

SÃO LUÍS – A dificuldade de desacelerar e se desconectar das demandas do dia a dia foi tema do Podcast Atualidades, da Mirante News FM, nesta quinta-feira (1º). O neuropsicólogo Lucas Alexandre explicou como o estresse frequente pode afetar o cérebro e o organismo e alertou para os sinais que indicam quando a tensão deixa de ser pontual e começa a prejudicar a saúde. Uma pesquisa da Ipsos-Ipec, realizada em 2025, mostrou que 31% dos brasileiros disseram ter se sentido tão estressados que acharam que não conseguiriam lidar com as situações pelo menos uma vez, enquanto 39% afirmaram ter passado por isso várias vezes. Segundo o especialista, a exposição prolongada ao estresse mantém o organismo em estado de alerta e pode dificultar a capacidade de relaxar. Entre os sinais que merecem atenção estão irritabilidade, cansaço persistente, dificuldade de concentração, alterações no sono, pensamentos acelerados e sintomas físicos, como tensão muscular e dores de cabeça. A pessoa também pode se acostumar com esse estado e passar a considerá-lo normal, mesmo quando o estresse já está interferindo na qualidade de vida. Para reduzir a sobrecarga, Lucas Alexandre destaca a importância de estabelecer momentos reais de desconexão, cuidar do sono, praticar atividade física e criar limites entre as demandas profissionais e a vida pessoal. Quando o estresse passa a comprometer de forma persistente a rotina e o bem-estar, a busca por acompanhamento profissional pode ser necessária. Assista

Trecho exibido com crédito à fonte original.

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  • Estresse constante: quando a dificuldade de “desligar” começa a afetar a saúde Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Estado do MA. Categoria informada pela fonte: entrevistas. Localidade informada pela fonte: MA, Brasil.

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