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economia e negócios
5 de outubro de 2026 às 14:20 • 1 min de leitura • 1 fonteMA

Acordo EUA-China e o Risco para o Agro Brasileiro

Acordo EUA-China e o Risco para o Agro Brasileiro Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atuali…

Acordo EUA-China e o Risco para o Agro Brasileiro
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  • 1Acordo EUA-China e o Risco para o Agro Brasileiro Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: O Estado do MA.

Acordo EUA-China e o Risco para o Agro Brasileiro Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Estado do MA. Categoria informada pela fonte: economia e negócios. Localidade informada pela fonte: MA, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por O Estado do MA

Oi, pessoal! Na semana passada, Xi Jinping fez sua primeira visita oficial aos Estados Unidos em 11 anos. Marcado por cerimônias e simbolismo, o evento incluiu desfile militar e jantar de Estado com representantes de empresas como Tesla, SpaceX, xAI, Apple, OpenAI, Meta, Boeing e Dell Technologies. Os mercados acompanhavam de perto o futuro do “Acordo de Busan”. Segundo Reuters e The Economic Times, a recepção promovida pelo presidente americano abriu caminho para o principal anúncio diplomático da semana. Firmado por Trump e Xi em outubro de 2025, na cidade sul-coreana de Busan, o pacto tinha como objetivo frear a escalada protecionista. O acordo surgiu em resposta a uma crise de alcance sistêmico. No auge do conflito, o governo americano ameaçou impor tarifas punitivas de até 500% sobre produtos chineses. Em reação, a China suspendeu totalmente as exportações de terras raras. De acordo com o Serviço Geológico dos EUA (USGS), o país asiático responde por cerca de 70% da extração e quase 85% do processamento mundial desses minerais. Adotada em abril de 2025, a medida chegou a interromper linhas de montagem da indústria automotiva americana e provocou forte turbulência nas bolsas globais, evidenciando o risco de uma desconexão econômica desordenada. Para viabilizar a trégua, ambos os lados fizeram concessões. Os EUA reduziram de 20% para 10% tarifas ligadas à crise do fentanil. A China reforçou o controle de precursores do opioide, retomou o fornecimento de gálio e germânio, essenciais a semicondutores, veículos elétricos e painéis solares. E se comprometeu a comprar 25 milhões de toneladas anuais de soja americana entre 2026 e 2028. O compromisso com a soja americana preocupa o agronegócio brasileiro. Antes, as tarifas chinesas sobre o produto dos EUA transferiam demand

Trecho exibido com crédito à fonte original.

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