Constituição federal: um farol de esperança
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- 1Constituição federal: um farol de esperança Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: O Estado do MA.
Constituição federal: um farol de esperança Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Estado do MA. Categoria informada pela fonte: notícias. Localidade informada pela fonte: MA, Brasil.
A Constituição Federal completou trinta e oito anos de sua promulgação. Em parte, continua sendo uma belíssima jovem na flor da idade, ainda sonhadora e cheia de ideais. Por outro lado, também alcançou a vida adulta e os enormes desafios que lhe são impostos pesam sobre seus ombros. Ela recebeu o carinhoso apelido de “Constituição Cidadã” por conta de seu farto conteúdo democrático, tendo a dignidade humana como referencial. A Lei Maior assegura uma série de direitos e garantias fundamentais, o pleno exercício da cidadania e nos inspira a proteger a democracia. Durante essas quase quatro décadas, houve várias crises políticas, recessões econômicas e transformações sociais. Nesse cenário, a Constituição permanece como um farol que guia o Brasil durante as tempestades, para que não naufraguemos em águas tenebrosas. Há vozes que anunciam sua morte. Dizem que atualmente respira por aparelhos, esperando apenas a hora de ser enterrada. Isso se deve principalmente à relativização de suas normas, constantemente desrespeitadas ou interpretadas de maneira distorcida. A Magna Carta não pode curvar-se aos interesses de ocasião, tampouco aos de qualquer grupo político, sob pena de cavar a própria cova. Dificilmente teremos outro texto constitucional tão sábio, capaz de limitar os abusos estatais, resguardar direitos fundamentais e conciliar o desenvolvimento econômico com políticas públicas em prol dos mais desfavorecidos. Segundo o escritor paraibano Ariano Suassuna: “O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso.” Cultivemos a esperança de que a Constituição continuará viva, ultrapassando as barreiras do tempo e protegendo as gerações futuras.
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Constituição federal: um farol de esperança Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Estado do MA. Categoria informada pela fonte: notícias. Localidade informada pela fonte: MA, Brasil.
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