Jovem morre em clínica psiquiátrica e família questiona assistência
Jovem morre em clínica psiquiátrica e família questiona assistência Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto i…
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- 1Jovem morre em clínica psiquiátrica e família questiona assistência Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: O Dia.
Jovem morre em clínica psiquiátrica e família questiona assistência Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Dia. Categoria informada pela fonte: rio de janeiro. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.
Luís Gabriel Guedes Bastos, de 27 anos, entrou voluntariamente na Clínica Espaço Clif, localizada no bairro de Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em 14 de outubro de 2025, para receber tratamento psiquiátrico após sofrer um surto psicótico. Quinze dias depois, foi encontrado morto no quarto onde estava internado. A família, no entanto, questiona as circunstâncias da morte e aponta possíveis falhas na assistência prestada pela clínica.
Para entender o que aconteceu, a reportagem do DIA analisou documentos do caso, incluindo registros dos procedimentos adotados pela clínica, relatórios médicos e depoimentos de funcionários. O início da trajetória de Luís em busca de tratamento
Em entrevista à reportagem, o pai de Luís Gabriel, o coordenador pedagógico Luís Cláudio da Silva Bastos, relatou que a primeira internação do filho ocorreu na mesma clínica, em janeiro de 2017, poucos meses após ele ter completado 18 anos.
“Ele teve um surto psicótico desencadeado por consumo excessivo de drogas quando estava em Londres, na Inglaterra. No retorno, foi para a Clif, e nos indicaram um médico para tratar do caso. Ele se tratou, tomou medicação, se recuperou totalmente e recebeu alta médica. Durante anos, não teve mais nada. Manteve o acompanhamento com o médico e com uma psicóloga. Depois, foi para a Espanha, inicialmente para um intercâmbio e, depois, para estudar. Ele nunca deixou de tomar a medicação.” O mesmo psiquiatra acompanhou Luís Gabriel nas duas internações do jovem na Clif. Na segunda, atuou como médico assistente particular, contratado pela família para acompanhar a evolução do quadro clínico do paciente.
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Jovem morre em clínica psiquiátrica e família questiona assistência Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Dia. Categoria informada pela fonte: rio de janeiro. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.
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