A âncora do crescimento: responsabilidade fiscal e o retorno social
A âncora do crescimento: responsabilidade fiscal e o retorno social Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto i…
Imagem ilustrativa • Crédito: fontes citadas abaixo
Em 30 segundos
- 1A âncora do crescimento: responsabilidade fiscal e o retorno social Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: JC.
A âncora do crescimento: responsabilidade fiscal e o retorno social Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: ecio costa. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.
Existe uma falsa dicotomia, frequentemente repetida no debate público brasileiro, de que a responsabilidade fiscal seria inimiga do desenvolvimento social. A ciência e a história econômica demonstram exatamente o oposto: o equilíbrio das contas públicas é o alicerce indispensável para um crescimento sustentável, capaz de gerar empregos sem corroer o poder de compra das famílias com a inflação, nem asfixiar o setor produtivo com juros altos. Quando o Estado gasta estritamente dentro da sua capacidade de arrecadação, ele emite um sinal de previsibilidade e controle da dívida. A consequência imediata dessa postura é a queda no prêmio de risco. Com expectativas ancoradas e a inflação sob controle, o Banco Central ganha espaço técnico para reduzir a taxa Selic. Juros mais baixos barateiam o crédito para o empresário investir na expansão da fábrica e para a família financiar sua casa, criando um ciclo virtuoso na economia real. A prova mais contundente do valor prático da previsibilidade ocorreu logo após o primeiro turno das eleições. A simples reprecificação do cenário político — com os investidores vislumbrando a possibilidade de um governo liderado por Flávio Bolsonaro, avaliado pelo mercado financeiro como uma alternativa mais atrelada ao rigor fiscal do que a atual gestão — provocou uma queda de um ponto percentual na curva de juros futuros em um único dia. Esse movimento de descompressão foi equivalente a uma economia de aproximadamente R$ 66 bilhões no custo de carregamento da dívida pública. É neste ponto central que a economia se encontra com o bem-estar social. A economia de R$ 66 bilhões em juros representa uma montanha de recursos que deixam de ser sugados para remunerar o sistema financeiro e podem, efetivamente, ser direcionados para a sociedade. Para se ter di
Trecho exibido com crédito à fonte original.
Continuar lendo em JCFontes apuradas 1
A âncora do crescimento: responsabilidade fiscal e o retorno social Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: ecio costa. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.
Rastreabilidade total: cada trecho acima pertence à fonte indicada • como apuramos
Você pode gostar mais em ecio costa →
Sem relacionados — ver mais em ecio costa ou arquivo.
O que você achou desta cobertura?
Participe da conversa com outros leitores na comunidade.