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Spike: o único animal sepultado no Cemitério da Consolação

Spike: o único animal sepultado no Cemitério da Consolação Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e…

Spike: o único animal sepultado no Cemitério da Consolação
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  • 1Spike: o único animal sepultado no Cemitério da Consolação Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
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Spike: o único animal sepultado no Cemitério da Consolação Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: IG. Categoria informada pela fonte: história paulistana, são paulo, cemitério da consolação, spike, popó, sepultamento, lápide.

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Texto da cobertura original • por IG

Spike no Cemitério da ConsolaçãoArquivo pessoal O cachorro Spike transformou a rotina do Cemitério da Consolação, no Centro de São Paulo, assim que chegou. Acolhido com carinho pelos funcionários, viveu ali por cerca de três anos e fez história: até hoje, é o único animal sepultado na necrópole mais antiga em funcionamento da capital. De acordo com o monitor de passeios do cemitério, Francivaldo Gomes, mais conhecido como Popó, Spike foi abandonado em um farol na Rua da Consolação, durante as férias de inverno do ano de 2019. Inicialmente, Popó conversou com comerciantes e moradores locais tentando descobrir de onde teria vindo o animal, mas não encontrou respostas. A cada dia, Spike subia mais um trecho em direção ao cemitério, até finalmente cruzar o portão, que costuma permanecer aberto. Ainda arisco e traumatizado pelo abandono recente, começou a vagar pelas alamedas, observando a movimentação humana com desconfiança. Com um prato de comida disponibilizado por uma funcionária, logo acima de um túmulo, Spike se aproximou e comeu. Diariamente, com o fornecimento de alimento, o cachorro foi permitindo cada vez mais o contato dos funcionários, até o dia em que aceitou carinho. Popó afirma que a curiosidade para se aproximar surgiu exatamente da permanência contínua do animal no local: “É raro aparecer um cachorro aqui e permanecer pelo tempo que ele estava permanecendo. Foi uma novidade na época.” Com a aproximação, os funcionários resolveram batizá-lo: “Vamos colocar o nome Spike. E ele passou a fazer parte do nosso convívio, do nosso trabalho aqui no cemitério da Consolação”. O primeiro “bom dia” Embora os portões ficassem fechados durante a noite, Spike já estava de prontidão assim que os funcionários chegavam logo cedo, sempre a postos para dar e receber o primeiro

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    Spike: o único animal sepultado no Cemitério da Consolação Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: IG. Categoria informada pela fonte: história paulistana, são paulo, cemitério da consolação, spike, popó, sepultamento, lápide.

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