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8 de outubro de 2026 às 11:27 • 1 min de leitura • 1 fonteSP

Caso PM Gisele: tenente-coronel acusado de matar esposa pede para ser solto antes da Justiça decidir se ele irá a júri

Caso PM Gisele: tenente-coronel acusado de matar esposa pede para ser solto antes da Justiça decidir se ele irá a júri Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumariz…

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  • 1Caso PM Gisele: tenente-coronel acusado de matar esposa pede para ser solto antes da Justiça decidir se ele irá a júri Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1 SP.

Caso PM Gisele: tenente-coronel acusado de matar esposa pede para ser solto antes da Justiça decidir se ele irá a júri Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 SP. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: SP, Brasil.

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Texto da cobertura original • por G1 SP

Tenente-coronel Geraldo Neto é acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves em SP. Reprodução A defesa do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Neto, acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves, pediu à Justiça de São Paulo que ele seja solto antes da decisão sobre se irá ou não a júri popular por feminicídio. O pedido para revogar a prisão preventiva de Neto foi feito durante o interrogatório de oito horas do oficial, na última segunda-feira (5). A soldado foi morta com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro no apartamento do casal. O tenente-coronel está preso desde 18 de março. Ele é réu por feminicídio e fraude processual. Segundo a acusação do Ministério Público (MP), Neto matou Gisele por ciúmes e tentou simular um suicídio. O oficial nega o crime e afirma que a mulher tirou a própria vida após ele concordar com o pedido dela de separação. Um laudo da Polícia Técnico-Científica, porém, apontou ser impossível que Gisele tenha atirado contra a própria cabeça. Segundo a perícia, o tiro partiu da esquerda para a direita, mas a mulher era destra. Ministério Público Amiga alertou PM Gisele Alves de que Ten. Geraldo Neto poderia matá-la O MP se manifestou contra a soltura. Em parecer protocolado na quarta-feira (7), a promotora Ingrid Braido afirmou que continuam presentes os motivos para manter o acusado preso até o seu eventual julgamento pelo crime. Um dos principais argumentos do MP é o próprio interrogatório de Neto. Segundo a Promotoria, o oficial admitiu ter tentado contato com a uma policial militar amiga de Gisele e testemunha do caso. Para o MP, a tentativa de contato reforça a necessidade de manter a prisão. A promotora argumenta ainda que, caso o oficial seja levado a júri, testemunhas poderão ser ouvidas novamente no plenário e que, em li

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