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7 de outubro de 2026 às 04:00 • 1 min de leitura • 1 fonteRS

Mãe e filha tinham relação de forte proximidade, diz mulher que encontrou corpos no RS: 'era como uma filha pra mim'

Mãe e filha tinham relação de forte proximidade, diz mulher que encontrou corpos no RS: 'era como uma filha pra mim' Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizac…

Mãe e filha tinham relação de forte proximidade, diz mulher que encontrou corpos no RS: 'era como uma filha pra mim'
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  • 1Mãe e filha tinham relação de forte proximidade, diz mulher que encontrou corpos no RS: 'era como uma filha pra mim' Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1 RS.

Mãe e filha tinham relação de forte proximidade, diz mulher que encontrou corpos no RS: 'era como uma filha pra mim' Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 RS. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: RS, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1 RS

Mãe e filha são encontradas mortas dentro de casa no RS; polícia investiga A investigação da morte de Patrícia Cristina Pereira, de 31 anos, e da filha dela, Karolayne Cristina Costa, de 13, ainda não teve um desfecho. A Polícia Civil de Candelária trabalha com três suspeitos, mas com a convicção de apenas uma pessoa cometeu o crime. A principal hipótese é de que tenha sido feminicídio. A motivação ainda é apurada e ninguém foi preso. As duas foram encontradas mortas dentro de casa, na localidade de Vila Passa Sete, na tarde de 29 de setembro. Quem localizou os corpos foi uma mulher inicialmente apontada como babá dos quatro filhos de Patrícia. Além de Karolayne, ela era mãe de uma menina de 10 anos e dois meninos de 9 meses. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Em entrevista exclusiva ao g1, a mulher revelou que mantinha uma relação muito mais próxima com a família e se considerava avó de criação das crianças. A menina de 10 anos, por exemplo, mora na casa da mulher desde os 2 anos de idade. Por medo, ela preferiu não se identificar. Segundo relatou, Karolayne também frequentava a casa dela. A convivência com a adolescente teria iniciado quando a menina ainda era pequena. “A Patrícia era como uma filha pra mim, e a Karol minha neta”, disse. Essa relação teria se tornado ainda mais próxima nos últimos meses, quando Patrícia deu à luz os gêmeos, em dezembro do ano passado. “Eu fiquei com ela no hospital”, relembrou. Últimos contatos O último contato da amiga com Patrícia foi no domingo, dia 27 de setembro. Segundo ela, a mãe pretendia buscar os filhos mais novos no dia seguinte e levá-los ao médico para serem vacinados. Depois disso, não conseguiu mais contato. “Na segunda, choveu muito. Eu vi que ela esteve online durante a madrugada, e imaginei que tinha ficado

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