Funcionário da Alerj preso denunciado por vender fuzis para o TCP tem registro de CAC e teve dois 7.62 apreendidos
Funcionário da Alerj preso denunciado por vender fuzis para o TCP tem registro de CAC e teve dois 7.62 apreendidos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao…
Imagem ilustrativa • Crédito: fontes citadas abaixo
Em 30 segundos
- 1Funcionário da Alerj preso denunciado por vender fuzis para o TCP tem registro de CAC e teve dois 7.62 apreendidos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: G1 RJ.
Funcionário da Alerj preso denunciado por vender fuzis para o TCP tem registro de CAC e teve dois 7.62 apreendidos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 RJ. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.
Operação da PF e do MPRJ mira venda de armas ao TCP e O ex-funcionário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) preso em um hotel de luxo na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, suspeito de vender fuzis para o Terceiro Comando Puro (TCP) apresentou um registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC). Com Marcel Rodrigues Fernandes, foi encontrado um fuzil calibre 7.62 no quarto de hotel, que tinha vista para o mar. Na casa dele em Angra dos Reis, também encontraram um fuzil do mesmo calibre. Por ser CAC, ele não foi preso por estar com as armas, mas sim porque tinha um mandado de prisão em aberto, que foi cumprido na Operação Magen nesta quarta (7). Ao todo, foram 7 mandados de prisão. O policial civil Carlos Barnabé Souza se entregou nesta quinta (8). O único foragido da operação é considerado um dos chefes mais relevantes do Terceiro Comando Puro, o Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão. Segundo a investigação, Barnabé forneceria informações sigilosas para que integrantes do grupo extorquissem de criminosos com mandados de prisão em aberto. Segundo as investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), Marcel Rodrigues Fernandes recebia cerca de R$ 8 mil por mês quando ocupava um cargo comissionado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), mas movimentou mais de R$ 33 milhões em 5 anos. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Alvo da Operação Magen foi preso em um hotel na Barra da Tijuca Reprodução/TV Globo De acordo com a investigação, Marcel ocupou um cargo comissionado na Alerj até outubro de 2025. Ele também teve um cargo no Detran-RJ, com salário de R$ 12 mil, do qual foi exonerado em maio deste ano. A operação foi deflagrada pelo Grupo de Atuação Especializa
Trecho exibido com crédito à fonte original.
Continuar lendo em G1 RJFontes apuradas 1
Funcionário da Alerj preso denunciado por vender fuzis para o TCP tem registro de CAC e teve dois 7.62 apreendidos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 RJ. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.
Rastreabilidade total: cada trecho acima pertence à fonte indicada • como apuramos
Você pode gostar mais em g1 →
O que você achou desta cobertura?
Participe da conversa com outros leitores na comunidade.