TCE aponta falta de planejamento para a primeira infância em MG; 84% das cidades não têm plano específico
TCE aponta falta de planejamento para a primeira infância em MG; 84% das cidades não têm plano específico Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao esta…
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- 1TCE aponta falta de planejamento para a primeira infância em MG; 84% das cidades não têm plano específico Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: G1 MG.
TCE aponta falta de planejamento para a primeira infância em MG; 84% das cidades não têm plano específico Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 MG. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: MG, Brasil.
Minas tem déficit de políticas integradas para primeira infância Uma auditoria do Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE-MG) apontou falta de planejamento e de integração entre políticas públicas voltadas à primeira infância no estado. Ao analisar ações realizadas pelo poder público entre 2024 e 2025, o órgão identificou falhas na articulação de serviços destinados a crianças de zero a seis anos. Segundo o relatório, 84,71% dos municípios avaliados não possuem um Plano Municipal pela Primeira Infância. Das 700 prefeituras que responderam ao questionário enviado pelo TCE, 593 informaram não ter o documento. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Minas no WhatsApp A auditoria também identificou problemas na integração entre as áreas de saúde e assistência social. Em 95,87% das cidades pesquisadas não há protocolos formais para encaminhamento de gestantes e crianças em situação de vulnerabilidade entre os serviços. De acordo com o tribunal, esse cenário ocorre ao mesmo tempo em que o estado registra indicadores preocupantes na área da saúde infantil. Em 2024, Minas Gerais atingiu o maior índice da série histórica de recém-nascidos com baixo peso, de 10,46%. Outro dado destacado pelo relatório mostra que 63,39% das mortes infantis registradas em MG ocorreram por causas consideradas evitáveis. Recursos deixam de ser utilizados O TCE também apontou que municípios deixaram de acessar recursos federais destinados ao atendimento de famílias vulneráveis. Segundo o levantamento, 236 cidades que atualmente não participam do programa de visitação domiciliar informaram que têm condições de aderir à iniciativa. Caso cumprissem a meta mínima de atendimento, esses municípios poderiam receber, juntos, mais de R$ 21,2 milhões por ano em repasses federais. Para o tribunal, o problema est
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TCE aponta falta de planejamento para a primeira infância em MG; 84% das cidades não têm plano específico Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 MG. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: MG, Brasil.
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