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7 de outubro de 2026 às 07:25 • 1 min de leitura • 1 fonteGO

Veja o que se sabe sobre o caso da médica suspeita de orientar a não dar alta a pacientes 'petistas' no dia da eleição, em Goiás

Veja o que se sabe sobre o caso da médica suspeita de orientar a não dar alta a pacientes 'petistas' no dia da eleição, em Goiás Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico …

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  • 1Veja o que se sabe sobre o caso da médica suspeita de orientar a não dar alta a pacientes 'petistas' no dia da eleição, em Goiás Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1 GO.

Veja o que se sabe sobre o caso da médica suspeita de orientar a não dar alta a pacientes 'petistas' no dia da eleição, em Goiás Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 GO. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: GO, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1 GO

Médica é suspeita de orientar funcionários a ‘não dar alta para petistas’ O caso da médica suspeita de ter orientado outros profissionais de saúde a não dar alta a "pacientes petistas" que estavam internados na enfermaria da Maternidade Célia Câmara, em Goiânia, está sendo investigado pela Prefeitura. Depois do episódio, Marcella Segato de Sousa Melo, que era chefe da ginecologia e obstetrícia da unidade, foi demitida do hospital. Médica diz que mensagem sobre não dar alta a pacientes 'petistas' não gerou conduta inadequada Em nota enviada ao g1 , Marcella pediu desculpas às pacientes e às suas famílias, aos colegas, aos internos e ao hospital. "Lamento profundamente que minhas mensagens tenham destoado do compromisso que sempre orientou minha atuação profissional", afirmou (leia a íntegra da nota ao final da reportagem). Veja abaixo os principais pontos do caso, que foi alvo de uma denúncia feita ao Ministério Público Federal. Quando e como aconteceu Como foram as reações Em qual grupo as mensagens foram escritas O que diz o Cremego O que diz o hospital O que diz a lei Quando e como aconteceu No dia 2 de outubro, dois dias antes das eleições do primeiro turno, Marcella, que é ginecologista e obstetra, publicou mensagens em grupo de WhatsApp que reúne profissionais da maternidade, sugerindo que não permitissem que supostos eleitores ou simpatizantes do Partido dos Trabalhadores (PT) não fossem liberados. "Quem estiver na enfermaria sábado e domingo, não dar alta para ninguém, a maioria é petista", escreveu a médica, conforme mostram prints mostrados pela TV Anhanguera. Médica é suspeita de orientar funcionários a ‘não dar alta para petistas’ em dia de eleição Reprodução/TV Anhaguera LEIA TAMBÉM Médica é suspeita de orientar funcionários a ‘não dar alta para petistas’

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