Justiça proíbe Amazon de manter funcionários em pé por até 12 horas em complexo no DF
Justiça proíbe Amazon de manter funcionários em pé por até 12 horas em complexo no DF Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na pub…
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- 1Justiça proíbe Amazon de manter funcionários em pé por até 12 horas em complexo no DF Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: G1 DF.
Justiça proíbe Amazon de manter funcionários em pé por até 12 horas em complexo no DF Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 DF. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: DF, Brasil.
Armazém da Amazon, em imagem de arquivo Divulgação/Amazon A Justiça do Trabalho determinou a adequação das jornadas e a concessão de pausas para os cerca de 1,4 mil trabalhadores que atuam no complexo logístico da Amazon, em Santa Maria, no Distrito Federal. O local é operado pela Ceva Logistics. Segundo denúncia do Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal e Tocantins (MPT-DF/TO), pessoas chegavam a ficar em pé de 11 a 12 horas ininterruptas, além de realizarem atividades com movimentos repetitivos e movimentação de volumes de até 22 quilos. "A permanência em pé prolongada e estática é causa direta e notória de agravos musculoesqueléticos e vasculares graves, como varizes e lombalgias crônicas, expressamente catalogadas na Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho", declarou o juiz na decisão. O g1 questionou a Amazon e a Ceva Logistics sobre a decisão, assinada no último dia 17, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Defesa Na ação, a Ceva Logistics, que opera o complexo logístico, afirmou que as escalas seguem o acordo firmado com a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadoria em Geral (Conamm). No entanto, o juiz Claudinei da Silva Campos, da Vara do Trabalho do Gama, entendeu que o Distrito Federal tem um sindicato representativo da categoria, que já está em negociação com a empresa. Por isso, o acordo com a Conamm não tem validade, segundo o magistrado. "Não há nos autos a menor comprovação de recusa imotivada do aludido sindicato em negociar; ao revés, a troca documental acostada pela própria defesa e pelo Ministério Público do Trabalho comprova que o SINTRAMB/DF encaminhou propostas e estava em pleno processo de tratativas com a empregadora", afirma
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Justiça proíbe Amazon de manter funcionários em pé por até 12 horas em complexo no DF Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 DF. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: DF, Brasil.
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