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12 de outubro de 2026 às 13:30 • 1 min de leitura • 1 fonteMS

Canetas emagrecedoras no SUS: entre a promessa e a avaliação

Canetas emagrecedoras no SUS: entre a promessa e a avaliação Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral…

Canetas emagrecedoras no SUS: entre a promessa e a avaliação
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  • 1Canetas emagrecedoras no SUS: entre a promessa e a avaliação Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: Campo Grande News.

Canetas emagrecedoras no SUS: entre a promessa e a avaliação Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Campo Grande News. Localidade informada pela fonte: MS, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por Campo Grande News

Em 17 de setembro, durante visita a uma indústria farmacêutica em Montes Claros (MG), o Presidente da República anunciou que as "canetas emagrecedoras" seriam usadas gratuitamente no SUS para cuidar de pessoas com obesidade. Uma semana depois, em 24 de setembro, o Ministério da Saúde protocolou na Conitec um pedido de avaliação de medicamentos à base de semaglutida ou liraglutida para o tratamento da obesidade. Entre o anúncio e a efetiva disponibilização, porém, há um caminho técnico que está apenas no começo. A Conitec é a comissão que assessora o Ministério da Saúde na avaliação de novas tecnologias — medicamentos, produtos e procedimentos que podem ser incorporados ao SUS. A lei exige que essa análise considere as evidências científicas de eficácia e segurança e o custo-benefício em relação ao que já existe, em processo que pode levar até 180 dias, prorrogáveis por mais 90. Não é a primeira vez que essas canetas passam pela avaliação. Em 2025, a Conitec recomendou não incorporar a semaglutida para um público específico: pessoas com obesidade graus II e III, sem diabetes, a partir dos 45 anos e com doença cardiovascular estabelecida. A liraglutida, avaliada para pacientes com obesidade e diabetes tipo 2, teve decisão própria. Não houve, portanto, uma rejeição genérica das canetas emagrecedoras, mas decisões delimitadas a perfis clínicos definidos. O novo pedido inicia outra avaliação — e não equivale à incorporação nem à disponibilização. Até agora, não foram definidos o público elegível, o protocolo clínico, o preço de aquisição pública nem a data de início do fornecimento, como se depreende da comunicação oficial do Ministério da Saúde. A estimativa divulgada — cerca de R$ 1,5 bilhão por ano para atender "milhões" de pacientes — parte de um plano ainda sem critério

Trecho exibido com crédito à fonte original.

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  • 1Campo Grande News↗ www.campograndenews.com.brAbrir na fonte

    Canetas emagrecedoras no SUS: entre a promessa e a avaliação Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Campo Grande News. Localidade informada pela fonte: MS, Brasil.

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