Pular para o conteúdo
ver g1 →
g1
12 de outubro de 2026 às 12:08 • 1 min de leitura • 1 fonte

Filho de doméstica e há 18 anos trabalhando como gari, servidor conta que sonho de ser advogado foi adiado por falta de dinheiro

Filho de doméstica e há 18 anos trabalhando como gari, servidor conta que sonho de ser advogado foi adiado por falta de dinheiro Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico …

Filho de doméstica e há 18 anos trabalhando como gari, servidor conta que sonho de ser advogado foi adiado por falta de dinheiro
g1
1 fonte citada

Imagem da cobertura original • Crédito: fontes citadas abaixo

item-10847

Em 30 segundos

  • 1Filho de doméstica e há 18 anos trabalhando como gari, servidor conta que sonho de ser advogado foi adiado por falta de dinheiro Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1.

Filho de doméstica e há 18 anos trabalhando como gari, servidor conta que sonho de ser advogado foi adiado por falta de dinheiro Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1

Gari é aprovado em exame da OAB e história emociona em Goiás O sonho de se tornar advogado começou quando Antônio José Júnior de Oliveira tinha apenas 5 anos. Filho de uma empregada doméstica, ele cresceu ouvindo da mãe sobre a importância dos estudos, mas precisou adiar a vontade de cursar Direito por falta de condições financeiras. Hoje, aos 42 anos, depois de 18 anos de trabalho na Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), ele comemora a aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). À repórter Tatiane Barbosa, Antônio contou que a mãe, Ivani Vavier de Souza, foi sua maior inspiração. Ela trabalhava como empregada doméstica e passadeira para sustentar os filhos e sempre os incentivou a estudar. “Ela nos criou trabalhando como empregada doméstica, passando roupa, mas sempre nos ensinou a importância dos estudos, para buscar uma vida melhor e servir à sociedade”, contou. Antes de realizar o sonho de cursar Direito, Antônio seguiu outros caminhos profissionais. Formou-se como técnico em enfermagem, estudou Teologia e concluiu uma especialização em oratória. Enquanto isso, continuou trabalhando na Comurg, onde passou 13 anos na coleta orgânica, três na coleta seletiva e um ano e meio na varrição. A oportunidade de estudar Direito veio com uma bolsa de estudos mantida pela universidade. A partir daí, Antônio precisou dividir os dias entre as aulas, o estágio e o trabalho. Pela manhã, estudava das 8h às 12h. À tarde, acompanhava audiências durante o estágio e, das 16h às 22h, cumpria o expediente na Comurg. Antônio José Júnior de Oliveira concilia o trabalho na Comurg com a advocacia, após realizar o sonho de se formar em Direito e ser aprovado na OAB. Divulgação/Comurg e Arquivo pessoal de Antônio José Júnior de Oliveira LEIA TAMBÉM: Gari é aprovado em exa

Trecho exibido com crédito à fonte original.

Continuar lendo em G1

Fontes apuradas 1

  • 1G1↗ g1.globo.comAbrir na fonte

    Filho de doméstica e há 18 anos trabalhando como gari, servidor conta que sonho de ser advogado foi adiado por falta de dinheiro Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

Rastreabilidade total: cada trecho acima pertence à fonte indicada • como apuramos

O que você achou desta cobertura?

Participe da conversa com outros leitores na comunidade.

Participar
Continue explorando por região:Radar regionalBuscarComunidade